Hoje, terça-feira, 12 de Setembro, “The day after”, o Prado Coelho escreve uma crónica, em Fio do Horizonte, J.Público, evocando a memória de Camacho Costa. intitulada “Aqueles que não desapareceram”
Diz:
“Mas uma das coisas que mais o entusiasmavam era a pilha de livros que eu tinha para lhe dar. Eram obras que me pareciam ilegíveis e que só podiam ocupar espaço numa casa.”
E ele, lá aceitava a dádiva.!!!
Oh, PC! Você acredita mesmo, que o CC recolhesse o seu lixo (literariamente falando!) sem ser para lhe agradar a si? Afinal você era Director-Geral de Acção Cultural quando ele colaborava, no seu gabinete, presume-se!
Repara-se que você não só se fazia “à graxa”, na altura, como agora ainda precisa de lembrar que era, na realidade engraxado, por alguém que todos conhecem, ou seja, o Camacho Costa. Aqui é que está o busílis. Você, na realidade, está a falar da sua superioridade em relação ao CC. Está a homenagear-se a si próprio. Não ao Camacho Costa.
Outra afirmação inimiga de CC:” “Ninguém acreditava quando o via na televisão em programas por vezes indigentes”
Uauh!
Hoje detestei a sua crónica. As pessoas quando perdem a sua humildade natural
(chama-se pedantismo!) ficam desagradáveis.
Tuesday, September 12, 2006
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